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Campanha de Multivacinação no RN começa nesta segunda-feira (19)

A Campanha Nacional de Multivacinação em Natal começa a partir da próxima segunda-feira (19) e se estende até o dia 30 de setembro. Com o tema “Todo mundo unido, fica protegido”, a campanha será realizada em todas as unidades de saúde do município, com o dia D previsto para 24 de setembro. A Campanha Nacional de Multivacinação tem a intenção de incentivar a atualização das cadernetas de vacinação de crianças e adolescentes.
O objetivo da campanha é mobilizar os pais ou responsáveis a levarem seus filhos para atualizar o cartão de vacinação. Este ano, a ação será voltada para menores de cinco anos, para meninas de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. Com a campanha de vacinação, espera-se a reduzir o número de não vacinados para as diferentes vacinas, aumentar a cobertura vacinal nas crianças e adolescentes e melhorar a homogeneidade e oportunizar o acesso às vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.
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Cosems-RN divulga manifesto em defesa da saúde pública

Em virtude do agravamento do quadro da saúde pública no RN, na conjuntura de intranquilidade e insegurança dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) com a desassistência vivenciada pelos mesmos e pelos gestores municipais, o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems-RN) entendendo a importância do diálogo bipartite e reconhecendo ser a negociação o caminho para minimizar os problemas, agendou uma audiência dos representantes do colegiado com a gestora do ente estadual e assessores, propondo como pauta os seguintes pontos: cumprimento do co-financiamento das políticas (Atenção Básica, Assistência Farmacêutica, SAMU, UPA e Termos de Cooperações complementares aos valores tabela SUS); resolutividade dos Hospitais Regionais e a continuidade dos planos regionais das Redes de Atenção à Saúde (RAS), assim como as atividades do grupo condutor estadual, basicamente.
Diante da postura da gestão estadual frente aos temas discutidos, o Cosems-RN vem publicamente expressar a indignação diante das assertivas da gestão, que alegou que a cronicidade do problema dos atendimentos nos serviços, localizados na capital, ser resultante do descumprimento da responsabilidade da gestão municipal com a atenção básica e os demais níveis de atenção. Considere-se que mais de 80% dos municípios tem população inferior a 20.000 habitantes e 100% destes já alcançaram a cobertura integral de sua população com serviços de atenção primária.
É fato ainda que aqueles serviços de maior complexidade, presentes nos territórios dos municípios são custeados por iniciativas locais, a exemplo dos: Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Policlínicas, serviços de urgência, centro de especialidades odontológicas e outros.
Importante fato diz respeito ao processo de judicialização do setor saúde, que não poupou os municípios do RN, sendo estes os mais afetados com ações e demandas por procedimentos, que em sua maioria, são de alta complexidade que representam alto custo e que, ainda, não estão sob sua competência, inclusive fora da previsão orçamentária e financeira estabelecida para os exercícios anuais.
Saliente-se que o preceito constitucional da aplicação dos recursos próprios em despesas com saúde é fielmente cumprido, desde o ano de 2004, inclusive apresentando curva crescente de comprometimento das receitas municipais, conforme demonstram dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS), no qual indica que mais de 60% das cidades potiguares comprometem mais 20% dos montantes financeiros próprios com ações e serviços de saúde.
Outro dado relevante refere-se ao descumprimento por parte da gestão estadual em transferir recursos de contrapartidas obrigatórias pactuadas, cujo débito acumulado para com os municípios é de aproximadamente R$ 116. 602.085.09, valores correspondentes ao longo dos anos, tornando insustentável para os municípios manter seus serviços, ainda que os básicos, com este desfinanciamento estadual e nacional. Agrava esse cenário a não resolutividade dos hospitais regionais que necessitam, além de investimentos de infraestrutura, de aporte financeiro para custeio, garantindo-lhe resposta adequada às demandas no seu espaço geográfico de referência.
Ressaltando que os municípios alocam para a média complexidade destas unidades grande parte dos seus recursos diretamente transferidos para o Fundo estadual, além de cooperar na manutenção, funcionamento, cessão de pessoal e pagamento de folha complementar para o funcionamento desses hospitais regionais, os municípios vem arcando com pesados ônus aos seus cofres, incorrendo no risco de descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, no entanto, compreendendo sua missão perante os cidadãos residentes e referenciados para os serviços de saúde.
Pontuando os resultados positivos decorrentes das ações implementadas pelos municípios é inegável que a execução da política de saúde no âmbito local é atribuída legalmente aos municípios. É nesse percurso que, em representação ao corpo de dirigentes municipais de saúde, o Cosems-RN, considera injusto atribuir a essa esfera de governo a afirmativa de que os municípios não estão cumprindo com suas responsabilidades, corroborando para a fragilidade que se encontra o sistema de saúde do Estado do RN.
Atenciosamente, Jackson Dantas Filho (Jornalista – Assessor de Comunicação  do Cosems-RN).
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Com preço definido, vacina contra a dengue poderá ser vendida no Brasil

A Dengvaxia, primeira vacina contra a dengue disponível no Brasil, vai custar de R$ 132,76 a R$ 138,53, de acordo com alíquota de cada estado, segundo anunciou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (25).
A partir de agora, ela poderá ser comprada por hospitais e clínicas particulares. O consumidor, no entanto, deverá desembolsar um valor adicional, que varia em cada estabelecimento, pela aplicação do produto, como explica a agência.
De acordo com o Ministério da Saúde, ainda não há uma previsão de compra para o Sistema Único de Saúde. Serão feitos estudos de custo para a distribuição nacional e, caso seja viável, a vacina poderá ser distribuída de graça aos pacientes. O estado do Paraná, no entanto, já anunciou que deverá comprar 500 mil doses da vacina.
A Dengvaxia é produzida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur e é uma imunização recombinante tetravalente, para os quatro sorotipos existentes da doença. Ela poderá ser aplicada em pacientes de 9 anos a 45 anos, que deverão tomar três doses subcutâneas com intervalo de seis meses entre elas.
DENGVAXIA (laboratório Sanofi Pasteur)
– primeira vacina contra dengue disponível no Brasil
– poderá ser aplicada em pacientes de 9 a 45 anos
– não tem 100% de eficácia
– serve para os quatro sorotipos da doença

A aprovação da vacina pelo governo brasileiro ocorreu em dezembro de 2015. Os testes apontaram uma redução de 81% das internações e 93% dos casos graves. Em média, 66% dos pacientes com os quatro sorotipos ficaram imunizados – 2 em cada 3 pessoas, segundo a Sanofi.


A vacina foi produzida com um vírus vivo atenuado e possui em sua estrutura o vírus vacinal da febre amarela, que lhe garante estabilidade. Os testes envolveram 40 mil pessoas em 15 países, em uma pesquisa clínica que resultou em 25 estudos. No Brasil, cerca de 3.500 pessoas de cinco cidades participaram das etapas de testes. 


De acordo com o médico epidemiologista João Bosco, professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) que participou dos estudos sobre a vacina, “a forma como a gente vinha fazendo prevenção de dengue era a mesma há anos. É a primeira vez que temos algo diferente”.

A pequena variação de preço se deve a diferenças de alíquotas de imposto em cada estado. A determinação do preço foi feita pelo Comitê Técnico Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), composto por representantes dos ministérios da Fazenda, Saúde, Justiça, Desenvolvimento e Casa Civil, sendo que a Anvisa exerce a função de Secretaria Executiva da Câmara.


Os governos estaduais e o federal combatem o vírus com campanhas de prevenção nas residências, pedindo que os moradores evitem deixar água parada. A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, assim como a zika e a chikungunya.
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Ministério da Saúde libera R$ 42,7 milhões ao estado do RN para procedimentos de média e alta complexidade


O Ministério da Saúde liberou R$ 42,7 milhões para custeio de procedimentos ambulatoriais e hospitalares no estado do RN. O montante é referente ao pagamento de julho dos serviços realizados nos seus municípios.

Em todo o país, foram disponibilizados R$ 3 bilhões, sendo que a importância de R$ 1,9 bilhão foi repassada aos fundos municipais de saúde.
Outros R$ 1,1 bilhão foram pagos aos 26 fundos estaduais e do DF, ressalta informação da Agência Saúde, órgão de comunicação do Ministério, na capital federal.

Para o estado do RN, R$ 12 milhões destinaram-se ao Fundo Estadual e R$ 30,7 milhões aos fundos municipais.

Os recursos transferidos no dia 08 de julho fazem parte do Teto Financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC), principal rubrica para o custeio de procedimentos ambulatoriais e hospitalares nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) oferecidos à população, como consultas, exames, internações e cirurgias.  

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Chikungunya já mata mais que dengue e zika no Nordeste

O alto número de mortes confirmadas por chikungunya no Nordeste está desafiando médicos e pesquisadores a buscar explicações do porquê de uma doença de taxa de mortalidade baixa apresentar saltos fora do padrão normal. A doença é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.
A chikungunya foi motivo confirmado de 45 mortes no 1° semestre na região, contra 35 mortes por dengue e cinco pelo vírus da zika. O número de mortes ainda deve crescer consideravelmente, já que há outras 400 mortes por arboviroses em investigação nesses Estados, todas sem causa confirmada.
O levantamento feito pelo UOL inclui dados das secretarias estaduais de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. O governo de Sergipe não indica a quantidade de mortes em seus boletins divulgados nem a secretaria estadual de Saúde informou o número.
O Nordeste é a região do Brasil que mais sofre com o vírus, segundo o Ministério da Saúde. Até o fim de maio, 107 mil pessoas foram infectadas pela febre chikungunya – a região tem 87% das infecções registradas em todo o país. O número de pessoas infectadas no Brasil em 2016 já é quase nove vezes maior que as registradas em todo o ano passado: 13 mil.
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Saúde em caos do RN: Médicos encontram escorpião no centro cirúrgico do hospital Deoclécio Marques


Um escorpião foi encontrado na noite desta sexta-feira (8) no centro cirúrgico do hospital Deoclécio Marques, localizado em Parnamirim, na Grande Natal. A informação é da assessoria de imprensa do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde), que denunciaram o caso.
Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do sindicato, dois animais foram encontrados ontem. Um deles foi achado durante o dia e o outro acabou sendo encontrado à noite. “Os médicos estavam chegando para o plantão da noite, quando encontraram o bicho no centro cirúrgico da unidade”, revelou José Nogueira, diretor do Sindsaúde.
O diretor do sindicato disse ainda que tem sido comum encontrar animais dentro dos hospitais públicos do Estado. “Semana passada foi encontrado um rato no Tarcísio Maia (Mossoró) e no Santa Catarina (Natal) já encontraram cobras. Estamos numa situação complicada, pois esse tipo de coisa põem em risco tanto a vida do paciente, quanto a dos servidores”, lamenta.
Segundo o diretor do sindicato, a categoria já procurou a Secretaria de Saúde (Sesap) para tratar do assunto, contudo, até o momento o problema não foi resolvido. “Nós já mostramos o problema e eles apenas balançaram com a cabeça de forma positiva, mas não trataram de resolver a situação”, dispara.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde revelou que a pasta só irá se pronunciar sobre o caso na segunda-feira (11), a direção do hospital Deoclécio Marques também não se pronunciou. 
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Vacinação contra paralisia infantil será em setembro

A partir da próxima campanha de vacinação, prevista para setembro, apenas crianças entre seis meses e cinco anos de idade que não tenham completado o esquema vacinal contra a poliomielite serão imunizadas. Até a campanha do ano passado, todos dessa faixa etária tomavam reforço anual da vacina, como forma de evitar que alguns ficassem sem a dose.
Desde o começo de 2016, o esquema vacinal contra a poliomielite passou a ser em três doses da vacina injetável – aos 2, 4 e 6 meses, e mais duas doses de reforço com a versão oral, conhecida como gotinha, aos 15 meses e aos 4 anos. Na campanha de setembro deste ano, deverão ser vacinadas apenas as crianças que não tomaram as cinco doses.
Até o ano passado, as crianças recebiam duas doses injetáveis, aos 2 meses e aos 4 meses de vida. Aos 6 meses, aos 15 meses e anualmente até os 5 anos de idade eram dadas doses orais.
Mesmo prevendo o reforço, o Ministério da Saúde enfatiza que as três doses injetáveis já garantem a proteção.
A campanha de vacinação contra a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, ocorre todo ano no segundo semestre.
Em nota, o Ministério da Saúde ressaltou que a variação do mês da campanha, de um ano para o outro, não prejudica a imunização da população, pois a poliomielite está erradicada no Brasil desde 1990.
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No RN, servidores estaduais da Saúde entram em greve

Servidores da Saúde do Rio Grande do Norte iniciaram uma greve na manhã desta quarta-feira (22). A decisão foi tomada durante uma assembleia geral realizada nesta terça (21) no Hospital Walfredo Gurgel. Os servidores cobram o pagamento em dia dos salários, concurso público e reajuste salarial.
De acordo com o Sindicato dos Servidores em Saúde (Sindsaúde/RN), um ato será realizado às 9h em frente à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap). No local, os grevistas farão um ‘arraia da saúde’, como forma de protesto contra a falta de verbas no setor.
Outras reivindicações da categoria são a garantia de recursos, o adiantamento da primeira parcela do 13º e a retirada do Projeto de Lei da Previdência Complementar da Assembleia Legislativa.
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Campanha da Influenza é prorrogada até 3 de junho e RN tem parcial de 71,74%

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap RN) divulgou os números da campanha de vacinação contra a influenza: 71,74% de cobertura nos grupos prioritários. Atingiram a meta preconizada pelo Ministério da Saúde (MS) 69 municípios potiguares, o que corresponde a 41,32% de homogeneidade. 

A vacinação será prorrogada no Estado até o dia 3 de junho, quando será encerrada a estratégia da campanha.      De acordo com Zaira Santiago, responsável técnica pelo Programa Estadual de Imunização da Sesap, os números podem ser superiores aos que foram apresentados, pois a todo o momento os municípios estão inseridos novos dados no sistema. 

A campanha foi iniciada no dia 25 de abril e no “Dia D”, (30 de abril) o RN chegou a ocupar o 2º lugar entre os estados do Nordeste com maior vacinação.

A meta estipulada para o Estado é vacinar 776.019 mil pessoas. “Outros estados da federação também estão prorrogando. Acredito que até o final da semana já tenhamos atingido a meta, pois a dificuldade para muitos municípios é a inserção de dados”, afirmou a técnica.     

A Sesap já fez a distribuição de 100% das doses de vacina e a recomendação aos municípios é que, após alcançadas as metas, as doses de vacina ainda disponíveis sejam mantidas nas unidades de saúde para atender as pessoas que passarem a integrar os grupos prioritários, como crianças que completarem 6 meses de idade, idosos, grávidas e puérperas (mulheres com 45 dias pós parto).
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Influenza: Campanha vacinou 67,28% do público alvo no RN

A Secretária de Saúde Pública (Sesap), divulgou no final da tarde desta sexta-feira (20), dados da Campanha de Vacinação contra a Influenza no Rio Grande do Norte. Números apontam que 67,28% do público alvo foi imunizado. O dado corresponde a 557.757 mil doses aplicadas no Estado onde a meta é vacinar 776.019 pessoas.
A Sesap distribuiu as doses em seis cotas, conforme o recebimento das mesmas pelo Ministério da Saúde, e já totalizou 100% para todos os municípios. O número de doses distribuídas até agora pela Rede de Frio Estadual foi de 769.690. A diferença é relativa ao quantitativo de doses destinadas a população privada de liberdade de algumas penitenciárias que ainda serão encaminhadas.
No Brasil 79,92% da cobertura já foi realizada, na região Nordeste 72,60% . No estado do Rio Grande do Norte 67,28% como já dito no início desta matéria, lhe deixando na 7º posição entre os estados do Nordeste. Em Natal  68,65%  da cobertura da vacinação, e Mossoró 55,65%. Entre os 167 municípios do estado 24 atingiram a sua meta o que corresponde a 14,37%.
O ministério da saúde liberou os municípios brasileiros para prorrogarem o prazo de vacinação se suas metas não tiver sido alcançadas, aqui em Angicos por exemplo, se passaram vários dias sem a vacina por motivo de falta na regional de Mossoró que é responsável pelo abastecimento vacinal em nosso município.  
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Gestão municipal esclarece fatos que envolvem a falta de medico no final de semana no Hospital Regional de Angicos



Na manhã desta segunda feira (11), a gestão municipal de Angicos nas pessoas do Prefeito Junior Batista e da secretária municipal de saúde Jocilene Ovídio Martins Chimbinha procuraram a redação do nosso blog a fim de esclarecer para os munícipes algumas questões relativas à falta de medico neste último final de semana (dias 08 de 09) no Hospital Regional de Angicos.

O prefeito Junior Batista e a secretária municipal de saúde Jocilene Ovídio esclarecem que de fato participaram de uma reunião na secretaria de saúde do estado com o secretário Ricardo Lagreca e a Diretora do Hospital de Angicos onde ficou definido que o município de Angicos ficaria responsável por conseguir médicos para suprir a ausência deste profissional na escala do final de semana daquela unidade hospitalar.


Mas, como ocorreria essa ação por parte do município? O município de Angicos recebe do governo federal um montante no valor de 50 mil reais mensais que são repassados em forma de pactuação para o governo do estado, o qual investe em gastos com internamento, exames e produtos para laboratório em nossa unidade hospitalar. Observada essa situação, dos 50 mil reais que o governo do estado recebe através do município de Angicos que, em hipótese, deveria repassar ao município o valor de 13 mil e 500 reais para que fosse feito o pagamento dos médicos plantonistas, para suprir a escala médica do Hospital Regional de Angicos aos finais de semana a partir do mês de Março deste ano.

Utilizamos o termo correto, repassaria, pois, até os dias atuais o governo do estado não repassou um centavo do que foi acertado com o município de Angicos no acordo firmado em janeiro passado, mesmo assim, num esforço concentrado o prefeito Junior Batista conseguiu colocar com recursos próprios do município os médicos Francisco Torres e Lígia Torres que deram plantões nos dias 19 e 20 e 26 e 27 de Março respectivamente, isso, após aguardar duas semanas para que o governo do estado fizesse o repasse do valor combinado e tal repasse não fora feito.

O prefeito Junior Batista ainda conseguiu que o Doutor Francisco Torres realizasse um plantão no dia 02 de Abril, no entanto, no domingo dia 03 ele precisou se ausentar do plantão pelo fato de sua esposa Doutora Lígia Torres ter sido acometida pela gripe H1N1, a qual ainda esta se recuperando até hoje.

E porque este final semana (08 e 09) ficou sem médicos no Hospital Regional de Angicos? Na última segunda feira (04) o Doutor Francisco Torres procurou o prefeito Junior Batista, ao qual comunicou que não poderia mais dar os plantões nos finais de semana por questões de foro pessoal. De imediato o prefeito juntamente com a secretária de saúde Jocilene tentou a todo o custo conseguir outros médicos que suprissem a escala deste último final de semana (dias 08 e 09) e infelizmente devido à escassez desses profissionais no mercado não foi possível atender a essa necessidade.

Por fim, após os fatos que nos foram relatados pelo Prefeito Junior Batista e pela secretária municipal de saúde Jocilene Ovídio e pelo fato dos quais estamos repassando aqui nesta postagem, deixamos a critério da população angicana julgar. Será que a gestão municipal que retirou recursos dos seus cofres para pagar os plantões médicos aos quais citamos não está cumprindo com a sua responsabilidade? Pois se estivessem esperando pelo tal repasse que o governo do estado se comprometeu em fazer e não o fez, o nosso hospital não teria tido médicos de plantão em nenhum destes finais de semana que foram mencionados. 


Afinal, Já parece rotina da atual gestão estadual não cumprir com os acordos firmados, pois, na mesma reunião realizada no mês de janeiro passado, houve também o compromisso assumido da vinda de uma ambulância que chegaria ao nosso hospital até o dia 04 de Março e até hoje esta não chegou, e o município é quem está suprindo a falta do veiculo, cedendo um de sua frota como também o abastecimento da mesma.  

“A gestão municipal se compromete junto à população angicana de continuar mesmo diante da inércia do governo do estado em cumprir o que fora acordado procurando médicos e pagando com recursos próprios que queiram dar plantões nos finais de semana no Hospital Regional de Angicos para que a nossa população não sofra mais do que já vêm sofrendo com tanto descompromisso da atual gestão estadual. Mesmo estando cientes de que não é uma obrigação da gestão municipal tal atribuição, assumimos esse compromisso junto aos nossos munícipes”, finalizam os esclarecimentos o prefeito Junior Batista e secretária municipal de saúde Jocilene Ovídio.      

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Mais da metade dos casos da gripe H1N1 está concentrada em Natal

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), através da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica, divulgou na última sexta-feira (08) um novo boletim com números relacionados a influenza no Rio Grande do Norte. 

Até a semana epidemiológica 13 (que se encerrou em 02/04, onde foram notificados 33 casos suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que se refere à síndrome gripal que apresente dificuldade respiratória ou outros sinais de gravidade.
 
Dos 33 casos notificados, 8 vieram a óbito e 20 se concentram em Natal. As notificações inclui a influenza A (H1N1 e H3N2) e casos de SRAG não especificados e em investigação. 
Quanto a H1N1, foram notificados 3 casos, dos quais 2 vieram a óbito. Para H3N2, houve 1 caso notificado, 6 de SRAG não especificado, dos quais 2 vieram a óbito, e 23 casos suspeitos de SRAG em investigação, sendo 4 óbitos. 

Segundo a subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Kristiane Fialho, não há motivo para pânico na população. Além de orientar as pessoas a evitar aglomerados, a Sesap chama a atenção para a importância dos hábitos de higiene na prevenção da influenza, com destaque para: lavar as mãos com água e sabão, especialmente após tossir ou espirrar, cobrir a boca com lenço descartável, ao tossir ou espirrar, não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal, lavar as mão frequentemente e não levar as mãos sujas aos olhos, nariz e boca.

mosquito

Atenção angicanos, não se esqueça do mosquito aedes aegypti, Com as chuvas, o perigo aumenta.


Atenção, população angicana. É muito bom à chegada
das chuvas né verdade? Claro que sim, no entanto, Com a intensidade que a chuva
chegou a nossa cidade, o cuidado com o mosquito Aedes Aegypti deve ser ainda
maior.
A Secretaria Municipal de Saúde tem buscado, incansavelmente,
reduzir a  incidência das doenças
causadas pelo mosquito aedes aegypti (Dengue, Chikungunya e Zika Vírus), mas os
cidadãos angicanos devem lembrar que a responsabilidade é de todos nós.
O cidadão
poderá informar à Secretaria de saúde de Angicos ( antigo SESP) no setor de
endemias os locais de foco, colaborando assim para uma maior eficiência no que
diz respeito ao combate. Através do telefone: (84) 3531 – 3954 durante o
período das 08h às12h e 14h às 17h de segunda a sexta-feira.
Vale esclarecer que agora, mais do que nunca o fortalecimento
das pequenas ações (que na realidade, tornam-se grandes), são completamente
essenciais. 

Uma união em prol do combate ao mosquito começa por todos nós
angicanos, se fizermos nossa parte junto com o poder público venceremos
facilmente essa luta conta o mosquito aedes aegypti.

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Servidores do Estado que não realizaram o Censo Cadastral Previdenciário terão novo prazo

O Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Administração e Recursos Humanos do RN (SEARH/RN) informa que 5.828 servidores ativos, aposentados e pensionistas não realizaram o Censo Cadastral Previdenciário dos segurados e dependentes do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores do Estado do RN (RPPS/RN) no período de 26 de outubro de 2015 a 18 de março de 2016.


Em cumprimento ao estabelecido no Decreto nº 25.518, de setembro de 2015, que regulamentou a realização do Censo Cadastral Previdenciário, a partir de abril, mês posterior à finalização do recadastramento, as medidas determinadas pelo respectivo Decreto começam a ser efetivadas.

Nesse sentido, o segurado ou dependente que não realizou o censo terá o pagamento da sua remuneração, provento de aposentadoria ou pensão bloqueado.

É informado que, do total de 5.828 servidores ativos, aposentados e pensionistas que não realizaram o recadastramento, 4.486 estão entre os que terão o pagamento bloqueado a partir do mês de abril, após publicação no Diário Oficial do Estado.

Os outros 1.342 estão incluídos entre as exceções do Decreto Nº 25.518 e estão sendo analisados caso a caso.

Para regularizar a situação, o servidor ativo, aposentado ou pensionista deverá comparecer, após agendamento prévio, a um dos postos de atendimento para fins de recadastramento a partir de 11 de abril de 2016.

O restabelecimento do pagamento daqueles que se recadastrarem dar-se-á na folha de pagamento imediatamente posterior ao mês da regularização, assim como deverá ser restituído nessa folha o pagamento da diferença bloqueada.

Para os servidores ativos, o atendimento será realizado na sede da SEARH/RN, em Natal; já para atender aos aposentados e pensionistas, o atendimento será realizado na sede do Instituto de Previdência do RN (IPERN), em Natal, e nas agências do Instituto em três municípios: Mossoró, Caicó e Currais Novos.

A partir do próximo dia 04 de abril, a SEARH e o IPERN disponibilizarão equipes para esclarecimento de dúvidas e de orientação com relação ao agendamento de atendimento, que estará aberto no site www.melhorparavoce.rn.gov.br,
Importante destacar que os servidores devem ficar atentos à documentação necessária para a realização do censo e a lista de documentos está disponível no referido portal eletrônico.
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Diferença entre dengue, Zika e chikungunya é sutil, diz especialista

As três viroses que mais assustam o Brasil no momento – dengue, Zika e chikungunya – são doenças infecciosas agudas transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti. As semelhanças não param por aí: todas elas podem provocar febre, dor e manchas pelo corpo. “A diferença é sutil e o diagnóstico precisa ser clínico e epidemiológico, levando em conta a situação de infecções naquela localidade”, explicou a infectologista e epidemiologista Helena Brígida.
Em entrevista à Agência Brasil, a integrante do Comitê de Arboviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia destacou que, no caso da dengue, o sintoma de maior destaque é a febre, sempre alta e de início súbito. Já a característica mais marcante na infecção por chikungunya são as dores nas articulações, bem mais intensas que nas outras duas doenças. Por fim, o Zika tem como principal manifestação manchas pelo corpo bastante avermelhadas e que coçam muito, além de joelhos e tornozelos inchados.
“A gente tem que perguntar ao paciente se coça muito, se ele teve febre, se a febre passa quando ele toma remédio, se há dor nas juntas, se o pé está inchado. Não dá pra dizer logo de cara o que é. O médico tem que ouvir todo o conjunto de sintomas para definir a melhor conduta”, destacou. A especialista contou ainda que, em seis horas de plantão em um único dia, se deparou com quatro casos de Zika em seu consultório. A colega que atendia na sala ao lado, segundo ela, registrou outros quatro casos da mesma doença.
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Estado do RN recebe caderneta que orienta gestantes contra o mosquito Aedes aegypti

O estado do RN receberá, nas próximas semanas, 51,3 mil unidades da Caderneta da Gestante, documento recém-lançado pelo Ministério da Saúde com o objetivo de qualificar o acompanhamento pré-natal no Sistema Único de Saúde (SUS).

A caderneta é dirigida aos profissionais de saúde e mulheres gestantes, e inclui um cartão de registro das consultas clínicas e odontológicas, os resultados dos exames e vacinas, entre outras informações.

Nesta edição, a caderneta traz, entre outras novidades, informações sobre prevenção e proteção contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, o chikungunya e o vírus Zika, enfatiza informação da assessoria de imprensa do Ministério, em Brasília.

Caderneta da Gestante contempla as diretrizes de boas práticas na assistência ao pré-natal, parto e nascimento e as propostas da Estratégia Rede Cegonha, devidamente alinhadas à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher.
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Em parceria, secretarias municipais de educação e saúde executam projeto contra o Aedes Aegypti nas escolas municipais em Angicos.



Um maravilhoso projeto de cunho educativo e de conscientização está
sendo desenvolvido por profissionais da educação das escolas municipais do
nosso município tendo com parceira do projeto a secretaria municipal de saúde.

O referido projeto educativo que tem por objetivo tornar os alunos
multiplicadores dos meios necessários de combater o mosquito Aedes Aegypti que
é o vetor da dengue, febre chikungunya e zika vírus. Os alunos sendo
conscientizados sobre a importância fundamental de combater o mosquito antes
que ele nasça em sua casa, no bairro e na rua onde mora trata-se de um
importante aliado na busca pelo combate a esta praga que causa estas doenças
tão maléficas a nossa saúde, e, que podem causar até a morte de pessoas.

As ações tiveram inicio na Escola Municipal Professora Maria Odila com a
participação dos professores da referida unidade de ensino como também de
profissionais da área de combate a endemias e dos profissionais do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) órgão pertencentes ao rol da secretaria municipal de saúde de
nossa cidade. As ações ainda irão se expandir para as outras unidades de ensino do município
de Angicos como a Escola Municipal Expedito Alves e o Centro Infantil de
Ensino. As escolas da zona rural que compõem o quadro da rede municipal de
ensino também serão contempladas com o projeto.



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“Virose da mosca”: Secretaria de Saúde do RN já registrou 16.900 notificações de doenças diarreicas só este ano

O Rio Grande do Norte registrou até agora uma crescente de mil casos notificados de doenças diarreicas. Em todo o Estado, até a sexta semana de 2016, a Secretaria de Saúde Pública (Sesap) registrou 16.900 casos. Segundo Zaira Santiago, técnica de vigilância epidemiológica da pasta, já foram registrados 900 casos a mais em relação ao mesmo período do ano passado.
A técnica em epidemiologia revelou ainda que o município de Caicó registrou o maior número de notificações, com1.798 de casos diarreias – que estão sendo popularmente chamados de “doença da mosca”. “Estão associando as diarreias e chamando de doença da mosca devido às suspeitas de que o inseto está contaminando as pessoas. Essas doenças são chamadas de diarreicas, nós chamamos assim porque ainda não descobrimos qual é o agente causador e também não sabemos se é uma doença viral ou bacteriana”, comentou.  
Na última semana, 60 municípios do Estado informaram a Sesap o registro de casos notificados de diarreias. Segundo os dados, 35 cidades registraram aumento no número de notificações. Apesar das notificações, a técnica de vigilância epidemiológica disse que o número de casos pode ser ainda maior, pois as notificações das doenças diarreicas não são obrigatórias.
Em Natal, já foram registrados 1.655 casos notificados de diarreias desde o início do ano. De acordo com a Sesap, o número está dentro do esperado. Já em relação ao município de Caicó, a especialista Zaira Santiago acredita que as grandes aglomerações no Carnaval, a seca e a grande quantidade de moscas têm contribuído para a crescente de casos da doença na cidade.  
Combate
A Secretaria de Saúde Pública informou que divulgou duas notas técnicas para os municípios com orientações falando sobre como proceder nos casos de notificações de diarreias. Segundo Zaira Santiago, a secretaria estadual não tem o poder de ação no combate.
A técnica explica que o trabalho da Sesap nesses casos é contribuir para que as secretarias municipais de saúde possam identificar o agente causador através de amostras clínicas. “A nossa nota técnica fala como as secretarias municipais devem proceder para coletar, armazenar e transportar as amostras até o Laboratório Central de Saúde Pública , o Lacen, que é onde os casos serão analisados”, concluiu.
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TODOS CONTRA O MOSQUITO: Secretaria de Saúde de Angicos realizou mais um mutirão, desta vez no Bairro Alto da Esperança.


A Secretaria Municipal de Saúde de Angicos preocupada em manter os Angicanos
longe das doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti, a dengue, a febre
chikungunya e o zika vírus realizou na manhã/tarde de ontem quarta feira (17) mais um
mutirão de combate ao mosquito e de conscientização da população sobre os
cuidados básicos que devem ser tomados em suas residências a fim de evitar que
estas se tornem criadouros do mosquito.

Desta vez o mutirão foi realizado em algumas ruas do Bairro Alto da
Esperança. Seguindo uma sistemática que foi montada em planejamento o mutirão
teve três frentes de ação.

Na primeira a equipe do setor de endemias composta principalmente pelos
agentes de endemias visitou as residências fazendo o tratamento de todos os
reservatórios de água como também eliminado possíveis criadouros do mosquito.

Na segunda equipe estavam os agentes comunitários de saúde, membros da
equipe do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), alunos do curso técnico em
enfermagem do Instituto de Ensino de Cultura (IEC) e a equipe do PSF do Bairro
Alto da Esperança todos dando orientações educativas e fazendo panfletagens
junto aos moradores.

 Na terceira equipe estavam a Secretária Municipal de Saúde Jocilene
Ovidio, a equipe da vigilância sanitária estes eram responsáveis por catalogar
a presença, por exemplo, de pontos onde teria o risco de servir como criadouro
do mosquito como amontoado de lixo ou detritos e procurando junto a secretaria
de obras e urbanismo resolver o problema, vale salientar que na parte da tarde,
esse locais com a presença de lixo e entulhos que foram detectados pela manhã
já estavam sendo limpos.

A ação no Bairro Alto da Esperança prosseguirá a próxima semana, pois,
pelo fato do referido bairro ser muito extenso não dá pra visita-lo em um único
dia. O objetivo dos mutirões é de continuar evitando que o mosquito nasça,
assim, a população angicana se manterá muito menos acessível a ser afetada
pelas doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti.
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O final de semana passou, e o Hospital Regional de Angicos mais uma vez ficou sem médico.

Quem precisou de atendimento
no Hospital Regional de Angicos neste final de semana, ao chegar àquela unidade
foi esse aviso (da
foto acima)
que encontrou afixado logo na entrada. Agradecemos a
Deus primeiramente porque o final de semana passou. Principalmente pelo fato de
o Hospital Regional de Angicos ter ficado sem médico desde a sexta feira a
noite (12) até o domingo (14). Foram quase 60 horas sem um médico plantonista
para atender a população angicana e de outras cidades da região, pois, o
hospital é regional.

Ficamos aqui imaginando em
meio a um grande surto que estamos vivenciando nas cidades do estado das
chamadas “doenças de verão” que recebeu também a alcunha de “virose da mosca” o
tamanho da aflição das pessoas que chegaram a nossa unidade hospitalar e não
tinha o profissional médico para atendê-los. O que terá feito essas pessoas
que, na maioria das vezes são de baixa renda e não dispõe de condições para
irem a outro hospital em outra cidade que tenha médico.

Aquelas pessoas que dispunha
de condições financeiras e que algum parente seu adoeceu no final de semana
procuraram atendimento no Hospital Regional Nelson Inácio em Assú, era o
caminho mais próximo para recorrer ao socorro médico, e muitas vezes tendo que
providenciar também o veiculo para locomoção, pois o nosso hospital só dispõe
de uma ambulância que é cedida e abastecida pela prefeitura municipal de
Angicos, pois o governo do estado nem uma ambulância após um ano de gestão teve
iniciativa de mandar para o nosso hospital.

Ficamos imaginando ainda
meus amigos o tamanho da aflição dos profissionais de saúde compromissados que trabalham
sobre escala no Hospital Regional de Angicos. Enfermeiros, Técnicos em
Enfermagem, entre outros, vendo os cidadãos chegarem doentes e nada poderem fazer,
pois, precisam de uma avaliação e conseguinte prescrição médica para saber como
proceder com o paciente.

Nas redes sociais
acompanhamos o clamor de algumas pessoas que por estarem doentes provavelmente acometidos
com a chamada “virose da mosca” foram ao hospital local e voltaram para casa,
pois não tinha médico para atendê-los.

O final de semana passou e o
governo do estado nenhuma providência tomou. È meus amigos, o que esperar de um
governo que fala demais, que prega a realização de grandes melhorias no estado,
mais que na verdade isso não passa de propaganda para se promover.

Continuamos aqui neste
espaço aguardando uma atitude por parte do governo do estado em resolver o
problema da falta de médico aos finais de semana no Hospital Regional de
Angicos. Graças a Deus o final de semana passou, pois, pelo menos durante a
semana ficamos tranquilos porque sabemos que temos ótimos profissionais na escala
de plantão daquela unidade hospitalar, ao tempo em que aguardamos e rogamos a
Deus e a boa vontade do Excelentíssimo Senhor Governador Robinson Faria para
que no próximo final de semana o problema da falta de medico no Hospital Regional
de Angicos seja resolvido em nome do clamor da nossa população.