Sindicatos unidos realizarão movimentação em Angicos no dia 15 de maio contra cortes na educação e reforma da previdência

479fec36-f4d3-4c82-88dd-950ba2e1c9e5No dia 15 de maio acontecerá, em todo país, a primeira grande mobilização dos trabalhadores em educação (e da comunidade educacional, de modo geral) contra as medidas adotadas pelo governo Bolsonaro.

Na data, o SINTE/RN estará nas ruas, participando do Ato Unificado. Aqui em Angicos o Coordenador da Regional Central Cabugi Francisco Canindé Medeiros, conhecido como “Caxita” comunicou ao nosso blog que haverá um evento previsto para acontecer na parte da tarde por volta das 15 e 30 horas com concentração no pátio da rodoviária.

Ainda segundo “Caxita” outras entidades sindicais e de representação estudantil também participarão do evento protestativo, como também professores e funcionários das escolas estaduais e municipais confirmaram presença e membros de outras repartições estão sendo convidados pelos seus sindicatos para participar.

A Greve Nacional da Educação se posiciona especialmente contra os cortes de investimentos na educação básica e superior e contra o desmonte da previdência e da aposentadoria – consequências de uma possível aprovação da PEC 06/2019, em tramitação na Câmara dos Deputados.  

A Greve Nacional foi convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e trata-se de um dia de luta da categoria.

Atualmente, são muitas as urgências, vide: os sucessivos cortes nas políticas educacionais (cortes que vão desde o ensino básico até as bolsas de pesquisa) e a ameaça de acabar com a vinculação constitucional que assegura recursos para a educação (Fundeb e outras políticas); o patrulhamento ideológico nas universidades e a ofensiva da Lei da Mordaça; a perseguição ao pensamento crítico com enxugamento de verbas para os cursos de filosofia e sociologia nas universidades; o viés privatista e sectário que fomenta as políticas de vouchers e a educação domiciliar; a agressão à gestão democrática e à autonomia das escolas através da militarização escolar; etc.

A participação de todos é, portanto, de extrema importância neste momento. A Greve Nacional da Educação se configura ainda como atividade precursora rumo à Greve Geral da classe trabalhadora que está agendada para o dia 14 de junho.

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